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   02.02.2017

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Pilotos erraram muitas largadas em 2016. E devem errar ainda mais neste ano

 
     
 

O sistema de largadas que passou a ser usado no início da temporada de 2016 pegou muitos pilotos de surpresa ao longo do último ano. Uma série de medidas restringiram bastante as informações que os pilotos recebiam antes da largada e, mecanicamente, também tornaram o processo menos automatizado. Com isso, até mesmo os pilotos da poderosa Mercedes tiveram algumas saídas ruins, como Lewis Hamilton no Japão ou Nico Rosberg na Malásia.

Para 2017, a situação deve se complicar ainda mais, com a ampliação das restrições, algo que não tem sido muito divulgado devido à extensão das mudanças pelas quais os carros passarão. Mas as equipes estão, desde o ano passado, tentando encontrar maneiras de ajudar os pilotos.

As mudanças de 2016 já fizeram o índice de largadas certas cair de praticamente 100% para 70%. O grande problema é sentir o ponto exato da embreagem, que é muito mais sensível em um carro de F-1 do que um carro normal e varia de acordo com a temperatura da embreagem principalmente, mas também outros fatores como temperatura ambiente e aderência da pista. Até 2015, os pilotos faziam um ensaio de largada na volta de apresentação e recebiam informações dos engenheiros para mudar configurações caso isso fosse necessário. Mas agora isto está proibido.

Pensando em 2017, as equipes estão testando desde as últimas provas do ano passado uma única alavanca de embreagem - que, na F-1, é acionada com a mão - mais longa que a versão anterior, para dar mais sensibilidade ao piloto.

Além disso, com a expectativa de que os motores tenham mais torque, fica ainda mais importante o piloto dosar o aceleração e a embreagem em conjunto. Os próprios pilotos da Mercedes já testaram as novas embreagens no fim do ano passado, mas até mesmo equipes médias como a Force India têm investido pesado, contratando um profissional apenas para medir a temperatura da embreagem durante todas as sessões.

Uol

 
     
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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